Alergia ao glúten. Sintomas e como evitar

Muitos confundem a alergia ao glúten com a doença celíaca. Apesar de parecidas, as duas condições precisam ser tratadas de maneira diferente. Afinal, um ataque alérgico mais agudo pode ser fatal.


Encontrado em grãos de trigo, cevada e centeio, o glúten nada mais é do que a junção de duas proteínas, a gliadina e a glutelina. O nutriente tem a função de deixar a massa mais elástica e resistente.

Se você sentir sintomas, como garganta inchada ou apertada, dores no peito, dificuldade severa para respirar e engolir, taquicardia e tontura é necessário procurar um hospital imediatamente.

Estes casos são mais raros, porém uma reação alérgica mais severa pode levar ao fechamento da glote e à anafilaxia.

Para confirmar o diagnóstico da alergia, você pode fazer um teste diretamente na pele. O médico também pode solicitar um exame de sangue para ter a confirmação da condição.


Tratamento e cuidados

Quem sofre com alergia ao glúten tem um tratamento bem parecido com aqueles que sofrem com a doença celíaca. Os alérgicos precisam excluir de sua alimentação todos os produtos que possuem a proteína. Em alguns casos, os médicos liberam o consumo do centeio e cevada. Por isso, uma consulta com o especialista é essencial.

Alguns doutores, inclusive, fazem uma dessensibilização no paciente. Ou seja, o alérgico é exposto a pequenas quantidades de alimentos com glúten, e depois vai se aumentando gradativamente a porção consumida. A ideia é que o organismo se acostume com o contato do produto e o quadro alérgico passe. Essa atitude não funciona com os pacientes celíacos.

Lembra que comentamos que nos rótulos há indicado se o produto possui ou não o glúten? Tanto os celíacos, quanto os alérgicos, precisam estar bastante atentos às embalagens daquilo que consomem para não correrem riscos desnecessários. Poucas pessoas sabem, mas condimentos, sorvetes e até massa de modelar podem possuir a proteína.


Diferenças entre doença celíaca, intolerância ao glúten e alergia ao glúten

Parecidas entre si, as pessoas podem ter um pouco de dificuldade em diferenciar cada uma dessas condições. Seguem algumas dicas:


1. DOENÇA CELIACA

Os celíacos sofrem com uma resposta autoimune do corpo no momento em que o glúten entra em contato com o intestino. Nesta condição, os sintomas estão relacionados à problemas de digestão, em que o paciente pode desenvolver diarreia, machucados na parede do intestino, má absorção e desnutrição.

2. INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN

Conhecida como sensibilidade ao glúten não-celíaca 2, esta condição é detectada quando o paciente possui alguns sintomas depois de consumir o nutriente, mas a doença celíaca e alergia ao glúten foram descartadas. Isso só é possível com exames clínicos e análise médica. Especialistas acreditam que a intolerância ao glúten acontece, por conta da exposição frequente ao trigo e cereais.

3. ALERGIA AO GLÚTEN

A alergia alimentar é uma reação exagerada do nosso organismo a determinado alimento. Imediata ou de curto prazo, esta condição normalmente vem acompanhada por sintomas nas vias respiratórias (rinite, por exemplo) ou na pele (como, urticária). É preciso ter muito cuidado, porque a doença pode causar uma anafilaxia – distúrbio grave na circulação sanguínea e oxigenação – e ser fatal.


A alergia ao glúten ocorre da seguinte forma: as proteínas presentes no nutriente podem ser entendidas pelo organismo de algumas pessoas como ameaça. A gliadina (presente no glúten) pode ser o “gatilho” que em nosso corpo reage com a imunoglobulina E (IgE), podendo causar uma reação alérgica com alguns dos sintomas, como rinite, asma, urticária, e em alguns casos mais graves, anafilaxia 3,4 ou 5.

Importante ressaltar que esta condição pode ser desencadeada não só pela ingestão de comidas e bebidas que possuem glúten na composição, como também pelas inalações deste produto em suspensão no ar. A alergia é muito mais comum em bebês e crianças pequenas, que ainda estão com o sistema imunológico e digestivo está em desenvolvimento. Quando elas crescem, a tendência é a doença desaparecer. Contudo, isso não exclui a chance de acontecer também com os adolescentes e adultos.


Sintomas da alergia ao glúten

Mas afinal, como saber se você tem alergia ao glúten? Fique de olho na lista de sintomas abaixo. Se você sentir algum deles, lembre-se de procurar ajuda médica. E se a reação alérgica for muito agressiva, vá a um pronto atendimento imediatamente.

  • Cólicas estomacais ou diarreia (assim como os celíacos sentem);

  • Coceira na pele logo após consumir o alimento;Irritação na pele;

  • Inchaço na garganta;

  • Dor de cabeça;

  • Rinite;

  • Asma;

  • Dificuldade para respirar;

  • Urticária.

Já falamos acima, mas é muito importante ressaltar. Se você sentir sintomas, como garganta inchada ou apertada, dores no peito, dificuldade severa para respirar e engolir, taquicardia e tontura é necessário procurar um hospital imediatamente. Estes casos são mais raros, porém uma reação alérgica mais severa pode levar ao fechamento da glote e à anafilaxia.

Para confirmar o diagnóstico da alergia, você pode fazer um teste diretamente na pele. O médico também pode solicitar um exame de sangue para ter a confirmação da condição.


Tratamento e cuidados

Quem sofre com alergia ao glúten tem um tratamento bem parecido com aqueles que sofrem com a doença celíaca. Os alérgicos precisam excluir de sua alimentação todos os produtos que possuem a proteína.

Em alguns casos, os médicos liberam o consumo do centeio e cevada. Por isso, uma consulta com o especialista é essencial.

Alguns doutores, inclusive, fazem uma dessensibilização no paciente. Ou seja, o alérgico é exposto a pequenas quantidades de alimentos com glúten, e depois vai se aumentando gradativamente a porção consumida. A ideia é que o organismo se acostume com o contato do produto e o quadro alérgico passe. Essa atitude não funciona com os pacientes celíacos.

Lembra que comentamos que nos rótulos há indicado se o produto possui ou não o glúten? Tanto os celíacos, quanto os alérgicos, precisam estar bastante atentos às embalagens daquilo que consomem para não correrem riscos desnecessários. Poucas pessoas sabem, mas condimentos, sorvetes e até massa de modelar podem possuir a proteína.


Agora que você se informou mais sobre o tema acima, acesse nossa linha de produtos.

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